primeiro post do ano

2008 acabou igual a si mesmo, uma porcaria, mas acabou o que por si só me parece uma grande alegria.
Não vou fazer um balanço, vou falar dos porquês de ao longo do ano passado ter desaparecido por várias vezes. Além dos achaques de humor comuns a qualquer ano, 2008 foi rico em motivos para me apetecer, ou ter que desaparecer. Não estou a queixar-me, estou simplesmente a constatar, até porque eu sobrevivi-lhe, não foi assim com todos os que convivia diariamente.
Aquelas coisas que costumamos pedir pelo ano novo, como a saúde, o amor, a paz, o dinheiro… falhou tudo em 2008, directamente comigo e/ou com os que me são muito próximos. Foi dos piores anos de sempre. Deixou marcas.
É claro que não terminaram todos os problemas só porque terminou o ano. Na verdade nenhum terminou, transitaram todos para 2009, mas agrada-me esta possibilidade, estas páginas em aberto. Agrada-me este refresh. Não depende apenas de mim, mas depende também e principalmente de mim. Aceitar o que não tem remédio e não remediar o que tem, mas sim curar.
Para 2009 quero força. Para 2009 quero saber acreditar. Para 2009 quero aquela pontinha de sorte que me tem escapado. Mas principalmente quero sobreviver-lhe. Quero daqui por um ano dizer que todos os que me são importantes sobreviveram.

Um bom ano para todos!

Beijo
Marta

Nota: vou fechar os comentários deste post, desculpem. Mas sabem o que é? Precisava pôr algumas palavras por escrito, mas não quero falar delas… quero só deixá-las atrás das costas, tal como 2008!

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a propósito do Natal

Nem sei bem por onde começar… ora vamos lá ver.
Obrigada pelos votos de feliz Natal que me fizeram chegar. Através do blogue, pelo mail, pelo msn e também por telefone. Obrigada.
Obrigada e desculpem. Esperava enviar-vos um mail, e tentei fazê-lo, acontece que como sempre deixei para a última hora, mea culpa, e da santa terrinha a minha net móvel estava, como colocar isto… uma merda! Resultado, não houve mail para ninguém. De alguns tenho o número de tlm, esses ainda receberam a mensagem da praxe nestas alturas, os outros, simplesmente pensaram que eu sou uma besta, o que não anda de todo longe da verdade!
Bem, apresentadas as desculpas passemos ao assunto seguinte. O tal do espirito natalício que andava em parte incerta. O tal que eu não sabia onde encontrar e muito menos tinha vontade de andar à procura. Foi como tinha que ser, não o procurei, ele chegou pelo correio na quarta-feira de manhã, no momento exacto para que eu o levasse comigo até aos meus Alentejos.
Foi só no momento em que o vi, que me lembrei que ao longo do ano o tinha enviado em pequenos pedaços para Moçambique. O destinatário foi o “meu José” de que vos falei há muito tempo. Na quarta-feira, recebi-o de volta na forma de uma fotografia. Não sei colocar em palavras, Como dizia a carta do animador, é tempo de saber da família e é assim que eu o sinto, família. Nunca o vi, nunca o ouvi, nunca lhe senti o abraço, por mais que eu tente imaginar-lhe a realidade ficarei sempre aquém, por mais “pequenos Josés” que descreva, nunca o conseguirei. Mas sinto-o família! Sinto-me responsável. E mais importante, porque eu tenho esta coisa egoísta que vive em mim, sinto-me útil e sinto-me bem. Não é propriamente uma troca, não, eu recebo mais, muito mais. Nem sei sequer se o faço por alguém a não ser por mim, julgo que não, mas também não sei se isso importa.
Pode não ser assim com todas as pessoas, mas eu muitas vezes quando olho para trás vejo apenas uma sucessão de erros. Um percurso enrolado. Na quarta-feira, ao olhar aqueles olhos grandes e lindos, mas tristes, fiquei feliz. Fiquei, porque pela primeira vez junto à fotografia e ao desenho vinham umas garatujas que diziam “Feliz Natal”. Fiquei feliz, porque como todos às vezes erro, mas outras vezes acerto. Natal é isso não é? Uma questão de atitude, não uma data…
Apesar de ter adorado a boína que me deram, ou não fosse eu louca por chapéus, esta carta, foi o meu melhor presente. Não estou a ser hipócrita nem politicamente correcta, ela plantou-me um sorriso, encheu-me de orgulho e salvou o meu humor. Podem até dizer-me  ”Ah mas o orgulho não é um sentimento digno do Natal”…  mas aí eu vou ter que responder “e eu com isso? O meu orgulho é muito menos feroz que certas mensagens de Natal”… pronto… não resisti a esta deixar esta pequena dose de veneno!  :?

 

(Para quem é novo por cá, para que entenda de quem falo, pode ver este e este post. Trata-se de um apadrinhamento à distância, na altura através da CCS Portugal, que em Janeiro de 2008 passou a Helpo. )

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feliz Natal

Não me apetece escrever sobre o Natal. Este ano não atino com o lugar onde guardei o meu espírito festivo. Não o encontro e na verdade também já não o procuro. Se tiver que o encontrar casualmente que seja, se não… temos pena.
No entanto, não podia deixar de vos desejar um feliz Natal! Não porque fica bem, mas porque efectivamente espero que tenham um feliz Natal. Porque espero e quero que sejam felizes!
Portanto este ano é assim, os meus votos de boas festas são chochos e sensaborões, mas sinceros…

Tudo de bom!

Marta

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com h

Por esta altura a única coisa que estou a conseguir contar decentemente são as horas e os dias. Que a propósito devem estar sem combustível… estão muito lentos. Mas hoje já é quinta e invariavelmente o meu humor tem ligeiras, muito ligeiras, melhoras quando se aproxima a sexta e na sexta. Vai dai pensei, já chutava os desamores para segundo plano e contava qualquer coisita sobre mim, afinal de contas conto tanto e nunca conto nada… mas sem saber por onde começar e para não piorar o meu débil humor, resolvi dar-vos musica.
Vou colocar por aqui, novamente, este homem que eu acho deliciosamente louco, exagerado, artista. Adoro-o. Deixo-vos a primeira musica que conheci dele, há muitos, muitos anos.

Dizem que as conversas são como as cerejas não é? Com a musica lembrei-me que também a minha mãe queria um rapaz, mas nasci eu… a aproximação da sorte grande.
A minha mãe dizia: “ Que seja um rapaz, mas se for uma rapariga, que seja em tudo diferente da irmã.”
A minha irmã é loura, eu já nem me lembro. A minha irmã é alta, eu… enfim. A minha irmã tem olhos azuis, os meus são castanhos ou esverdeados ou… sei lá. A minha irmã tem peito, eu também, mas é mais parecido com o do meu pai, que para homem não está nada mal. A minha irmã está casada há mais de 20 anos… eu vivo quase há 10 anos com um canário. A minha irmã teve uma daquelas histórias em que a mocinha conhece o mocinho, se apaixonam, ela larga tudo, vai atrás dele e passados 20 anos continuam muito felizes. A minha irmã tem uma daquelas histórias que em algum momento das nossas vidas duvidamos que existam, a minha irmã tem, existem! Porém, eu tive mais sorte que ela. Tenho um percurso cheio de amores, de tombos, de enganos e recomeços e a isso chama-se vida. E é por isso, por essa bagagem por vezes incómoda que carrego comigo, que tenho contos para contar e é ela que faz com que mesmo minorca, lingrinhas e lisa, eu me sinta uma mulher interessante. O misterioso equilíbrio do universo.
E é talvez porque a minha mãe o pediu, que somos em tudo diferentes e de longe mais ricas pela partilha de experiências.
Só há um senão, da próxima vez que a minha mãe descaradamente me pedir um neto, vou ter que lhe lembrar que devemos ter cuidado com o que desejamos. :D  

Afinal hoje fica um pedaço de mim, quando eu sou com h.

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desamores

O Simão foi o meu grande amor. Eu sei, eu sei, já me disseram tudo isso milhões de vezes. Já sei que só tenho 19 anos e que acham que vou amar outra vez, que com o tempo vou perceber que nada é tão definitivo como me parece agora, que o mundo não acabou. Já ouvi isso tudo, repito-o, mas dentro de mim não acredito. O mundo até pode não ter acabado, mas eu não tenho chão, não tenho ar… amar outra vez… pois… nada é definitivo? Sei. Vejam bem… não é evidente? Não podia ser mais definitivo!
Mas adiante, que eu não quero saber dessa sabedoria que todos possuem, mas que ainda assim, erram tanto como eu. Já que tenho que contar eu quero só fazê-lo depressa e acabar com isto. Estava eu a dizer, o Simão foi o meu grande amor. Era o rapaz mais giro lá da escola. Um sentido de humor apurado, um sorriso de fazer cair por terra, enfim, era o namorado com que todas as miúdas sonhavam, mas foi a mim que o Simão amou. Não quero saber do pensam, eu sei que ele à sua maneira me amou.
Namorámos 3 anos. E eu fui muito feliz. É verdade que nem sempre as coisas corriam bem, mas isso é normal numa relação. O nosso problema era sempre o Vasco. O Simão sabia que ele gostava de mim. Eu até simpatizava com o Vasco, mas fazia por não estar ao pé dele, só que às vezes não dava para evitar trocar uma ou duas palavras… só nessas alturas é que acontecia. E o Simão quando caía em si sentia-se ainda mais mal do que eu. Acabava sempre por chorar nos meus braços, explicava-me que me amava tanto que a ideia de me perder era insuportável… eu sabia que era verdade, ele fazia tudo por mim, por isso não contei a ninguém…
Isto aconteceu no último dia de aulas do ano passado, à noite, nós tínhamos ido todos jantar, era a nossa despedida da escola… eu tinha bebido um bocado. Não sei bem como foi, sei que estávamos no restaurante quando Vasco me roubou um beijo. Um beijo na boca. O Simão ficou louco, agarrou numa garrafa de vinho vazia… tenho mesmo que continuar? Vocês já devem ter percebido… pelas cicatrizes na minha cara e no meu pescoço… mas eu tive sorte… o Vasco não sobreviveu…

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naquela terra

O ano era 2007, o mês era Março e o dia, 2. A casa era o confesso.
A culpa desta repetição é da Cátia, que no comentário que fez ao post anterior o associou, e bem (são muito idênticos), ao texto que vos deixo a seguir. Provavelmente para a maioria é um dejá vu, peço desculpa.
A Cátia, o Cdesag, o Fontez, o Bono, a R.Filgueira, a recém chegada Sininho, que na altura respondia por outro nome, enfim… muitos de vocês viajaram comigo naquela altura e estão ainda hoje por aqui de forma mais ou menos regular. Obrigada.
Mesmo quando não fui eu, nunca deixei de o ser, mesmo quando fui eu, não resisti a inventar um bocadinho…

Fica a memória:

Hoje vou partir, descobrir um mundo novo… cansa-me esta vidinha de sempre, esta rotina, este rol de impossibilidades… hoje posso tudo e vou partir!
Comigo levo apenas o que preciso, visto a armadura reluzente, coloco a espada na cintura, escondo o cabelo para enganar os adversários, monto o meu cavalo e parto a galope. Pelo caminho agarro-te pela cintura, coloco-te na garupa e levo-te comigo… não tenhas medo, proteger-te-ei de todos os perigos, levo a coragem e a valentia das grandes guerreiras.
Será assim que partiremos… quando o sol se encontrar vermelho… e a porta estiver aberta para a terra da fantasia!
Lutarei contra dragões em cavernas escuras, iluminadas apenas pelo calor do fogo e pelo faiscar do meus olhos. Enfrentarei bruxas más, sem receio dos venenos e dos feitiços de morte que me lançarão. Consultarei feiticeiras, que me avisarão das bruxas e dos dragões… dos perigos daquele mundo, dos adversários que se baterão comigo.
Das feiticeiras conseguirei poções… mezinhas para todas as maleitas. Correremos grandes perigos, viveremos muitas aventuras e em todas elas, no derradeiro minuto, salvar-te-ei… será esse o instante em que te carrego nos braços e beijo… e tu… rendido deixas-te levar na minha fantasia…
Nesses instantes de fim de história, o meu mais perigoso adversário, o medo, num último suspiro, desembainha a espada… tentando trespassar-me, ataca-me pelas costas o cobarde… mas eu resisto, num golpe de sorte e astucia…
Naquela terra, somos invencíveis e imortais… poderemos ser imprudentes… arriscar… naquela terra poderemos ser o que quisermos…
Naquela terra, a da fantasia… a que existe pra lá dos nossos sonhos, dos nossos devaneios… por lá nada nos separa…
Mas tudo isto é apenas por lá!…

 

Adenda: Acho que ao fim de praticamente dois anos a escrever com regularidade dou menos erros gramaticais e verbais… ou talvez não… :D

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o cabeço

Entre o monte e o cabeço eram cerca de duzentos metros. Não que o soubesse, ou que algum dia isso lhe tivesse interessado. A lonjura era definida pelas pernas curtas que tanto se podiam enterrar pela encosta acima, como serem velozes como o vento.
Após a escalada ao topo do seu Everest privado o mundo era seu e podia fazer o que quisesse.
Por vezes, limitava-se a deitar-se de costas na terra fofa e a contar as estrelas. Contava-as a todas, porque de olhos fechados para se proteger do sol podia ver o que bem entendesse. Outros dias, chorava as tragédias da sua vida. A Maria que tinha ficado com o seu elástico colorido. O Pedro que lhe chamara lingrinhas. O João e o Ricardo que a tinham deixado encostada na parede branca até ao fim e mesmo aí quase brigaram para ver quem não a tinha na equipa de futebol. A tia chata que lhe apertara as bochechas enquanto berrava que aquele era o melhor tempo da sua vida. Sabia lá ela. Velha. As tragédias que a apoquentavam. Nesses dias congeminava planos de vinganças requintadas. Andava em círculos como via nos desenhos animados e quando o plano, brilhante, tomava forma na sua cabeça, semicerrava os olhos e de indicador espetado para o céu constatava: Perfeito! Seria assim, tal qual o plano traçado se por um qualquer acaso não esquecesse tudo durante a descida.
E havia ainda dias em que do alto do seu sonho subia a uma oliveira e ficava a balouçar as pernas que desconheciam a palavra cansaço, enquanto os olhos saltitantes mudavam a paisagem e surgia o seu reino. Campos verdes a perder de vista, riachos que atravessava montada no seu cavalo com o cabelo discretamente escondido dentro da armadura. Corredores estreitos que percorria sorrateiramente subindo o vestido longo apenas uns centímetros, para permitir o apressar do passo em direcção às masmorras onde no último minuto salvava o herói que havia sido atraiçoado…
Entre o monte e o cabeço há apenas a distância de dois mundos. Ela já não sobe com regularidade o seu Everest, mas ser-lhe-á impossível esquecer o cabeço onde foi guerreira e rainha, cruel e benevolente. Uma espécie de ensaio ao que ainda é!

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22 olhares

Hoje é dia de lançamento. Para quem está no Porto, ou que lhe apeteça ir até lá, é às 16 horas no Palacete dos Viscondes de Balsemão à Prc. Carlos Alberto.  

Em Lisboa será no dia 5 de Dezembro, pelas 19:30 h, na Livraria Barata.

Estão todos convidados.

22_olhares_sobre_12_palavras

O Livro nasceu de um desafio lançado pelo Eremita. São 22 olhares sobre 12 palavras. Um desses olhares é da nossa amiga Fa menor. Em especial para ela os meus parabéns. Escreve maravilhosamente bem e merece esta publicação!

Encontram mais informações aqui.

Boas leituras.

Comentários (9)

retalhos de um conto teu

Gosto de todos os que me visitam (dos habituais pelo menos), mas como sabem passam por aqui 2 meninas por quem tenho um carinho especial. Pelo que já vivemos juntas, pelo que rimos e também pelo que chorámos. Pela sinceridade que espero delas e que sei que elas esperam de mim. Falo disto hoje, porque hoje uma delas está de parabéns. Não só por ficar mais velha, não só por ter mais (ou menos) um ano… ela está de parabéns principalmente porque passou um ano, um que foi difícil e ela fê-lo com a frontalidade e a honestidade que já nos habituou. Fê-lo com a cara e a coragem. Fez-me em muitos momentos ficar orgulhosa dela. Soube crescer mais um bocadinho, mantendo-se criança.
Ela deve achar que eu ando afastada, e ando, mas não é dela é deste mundo… este que por muito real que seja não o é verdadeiramente. Mas ela também já faz parte do meu mundo real, portanto não podia deixar passar em branco esta data. “Que seria!” ;)

Menina Plim, parabéns por seres esse poço de emoções que me apaixona!

O post de hoje não é meu, é teu! São retalhos, gargalhadas soltas pelo tempo, vivas em mim! São muitos, podiam ser muitos mais… escolhi os que mais lembro e me fazem rir. Obrigada menina Plim e PARABÉNS!

(post-Jaime)

Plim! disse,
Julho 13, 2007 @ 2:18 pm ·

HAHAHA!
Essa história fez.me lembrar uma que vivenciei no inicio deste ano, mas em relação a uma lagartixa que teimava em esconder.se na casa de banho. E quem me conhece sabe que eu ODEIO lagartixas… não é medo… é um bixo que me faz impressão.
Estava de noite e eu lembrei.me de ir à casa de banho e no caminho ocorreu.me da existencia da tal lagartixa que achava que a casa de banho era dela. Desta forma, antes de entrar no wc, estiquei o bracinho, acendi a luz. Olhei para ver se a louca não estava por perto e entrei, descansada. Nem sinal da dita cuja. Uffa!
Fiz o meu xixi e já quando me estava a levantar eis que sinto algo a cair no meu pescoço. Levantei.me num susto e saio a correr disparada da casa de banho, a tentar em vão subir as cuecas ao mesmo tempo que lutava contra sei lá o que. A luta foi feia e quando finalmente consigo desvencilhar.me, percebo então que estava lutar contra o elástico que me caio do cabelo. O pior de tudo é que nessa noite mal dormi com o susto que apanhei e a lagartixa nem sinal dela… até hoje.
hehe

(post-Desafio)

Plim! disse,
Setembro 4, 2007 @ 8:17 pm ·

LOL
Ora pois que, como menina obediente que sou, peguei no livro mais proximo… Trata.se de uma versão muito antigaaaaaaaaa de O Crime do Padre Amaro de Eça de Queiroz.
Abri na página 161, como ditam as regras e eis que a 5ª frase completa é a seguinte…
*Momento de afinar a voz*
“E ouvira tantas vezes exclamar: Se voce não fosse um raquítico, quebrava.lhe os ossos!”

(post-Café escaldado)

Plim! disse,
Novembro 29, 2007 @ 9:13 pm ·

“o estomago agradece a agonia…” não aguenta tanta porcaria e o ralo começa a cheirar mal. Como no filme hehehehe

Plim! disse,
Novembro 29, 2007 @ 10:29 pm ·

o ralo da casa de banho.
“Qual casa de banho?”
“Da casa de banho do estabelecimento que tem um café horrivel.”
É esse ralo…

Marta disse,
Novembro 29, 2007 @ 10:55 pm ·

Eu sei, eu vi o video, mas da forma como dizes e para quem lê, vai achar que é algum ralo meu!
Assim, estamos já todos esclarecidos!

Plim! disse,
Novembro 29, 2007 @ 11:18 pm ·

LOL
NUNCA!!
Meus amigos para que fique bem claro: O ralo da Martinha não deita cheiro!!
Beijinhos!!

(post-pérola)

Plim! disse,
Agosto 19, 2007 @ 12:11 am ·

Tens que ver isto: http://www.youtube.com/watch?v=5NUQFt4l_3c
Tá genial!!
“ai qui sustuuu!!”
hahaha

(post-simples)

Plim! disse,
Setembro 16, 2007 @ 12:43 pm ·

MARTAAAAAAAAAAAAA!!!
Sonhei contigo… que te tinhas casado na minha casa. imagina! hehehe
beijinhos

Marta disse,
Setembro 17, 2007 @ 12:10 pm ·

Agora um piqueno reparo… menina Plim, isso deve ter sido um pesadelo!!!
Mas vou querer saber tudo em detalhe…

Plim! disse,
Setembro 17, 2007 @ 1:06 pm ·

Pesadelo?! Qual pesadelo!
Foi uma autentica farra hehe

Marta disse,
Setembro 17, 2007 @ 2:00 pm ·

Ana,
Tens que contar isso… é que casamento, só me parece farra se for dos outros.

Plim! disse,
Setembro 17, 2007 @ 2:27 pm ·

HAHAHA!
Olha foi muito divertido sim…
Eu não te vi a casar, mas vi.te no final com o esposo já de aliança no dedo
O teu homem tava numa euforia louca. Não cabia em si de contentamento. Só sei que no final foste atirada ao ar umas quantas vezes e já andavas sem vestido…
(Querias antecipar a Lua de Mel… hehe)
Também me recordo assim vagamente de um tractor. O veiculo que te transportou até à igreja, que era a minha casa…
hehe

(post-solo)

Plim disse,
Fevereiro 22, 2008 @ 11:17 pm ·

É caso para dizer “more fingers, more fingers!”- vi esta fala num dos episódios de L Word e não resisti… afnal de contas eu sou a desbocada de serviço.
Beijinhos.

Plim disse,
Fevereiro 23, 2008 @ 12:41 am ·

OPA PARA TUDO!
NÃO ACREDITO!
Até estou comovida… ACHEI!!
OPA ACHEI!!
Alice e a destrambelhada do bar, a Papi! lol

Plim disse,
Fevereiro 23, 2008 @ 12:43 am ·

http://www.youtube.com/watch?v=BVAWyDS9aSk
Eu gosto da musica! lol

(post-lados)

Plim disse,
Outubro 6, 2008 @ 3:24 pm ·

Só para que saibas, faltei ao curso e estou a cozinhar camarão, a beber minis e a ver as tardes da Julia… do lado de cá lol
beijinhoooo

(post-busca)

Plim! disse,
Julho 10, 2007 @ 12:44 pm ·

O amor.
Só o amor me faria correr assim. Corpo ofengante. Doido. Para no final cair, cansada, não sobre o chão, frio, seco, mas sobre os braços daquele alguém por quem percorri um longo caminho e enfrentei obstáculos e as amarguras do tempo.

(post-faz de conta)

Plim disse,
Fevereiro 20, 2008 @ 1:38 pm · 

Quando eu era pequenina e espiava o mundo atraves das grades do portão, pela altura da feira em frente à minha casa, havia sempre um vizinho meu que ia para lá vender algodão-doce. Um dia, resolvi sair … e fiquei a ver o velhinho transformar o açucar em nuvens, em mágica, em pedaços de carinho. Quando ficou pronto, mal podia acreditar! Agarrei no algodão e desatei a fugir.
Lá de longe, o velhinho gritava: “Oh Aninhas, mas então e o dinheeeeeeiro?” Eu virei.me e respondi: “Nao quero! Nao preciso do dinheiro! Só o algodão-doce já é bom!”
O velhinho gargalhou e logo respondeu: “É assim mesmo, não é Aninhas? Só o algodão-doce já é bom!”
Depois… depois eu cresci… e comecei a ter de pagar pelo meu algodão-doce.

E agora digam-me é possível não AMAR esta mulher?!

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até amanhã…

Amanhã ou depois venho cá responder-vos com a atenção que merecem. Por agora vou tratar de umas urgências e depois se conseguir vou directinha à minha cama… beijos.

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