sem contos

Não, não parti, mas tenho as mãos cheias de nada. Estou sem contos, mas com um sem fim de confissões. Será provavelmente por lá, na minha primeira casa que poderão saber de mim, se assim o desejarem. No contudo, continuarei a debitar a minha estupidez natural de vez em quando, com a irregularidade característica que aquele espaço sempre teve e por aqui… certamente regressarão os contos, quando os houver, amanhã, na próxima semana, no próximo mês ou no próximo ano… não sei, nem acho importante sabê-lo.

 

Deixo-vos uma musica, um obrigada e um até já…

 

Beijos.

Marta

 

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