a ver se a gente se entende

Quando um maluco resolve assassinar 150 pessoas a bordo de um avião, quando alguns malucos resolvem caçar 148 miúdos dentro de uma faculdade, quando um grupo de cobardes apedreja, arrasta por um carro e depois incendeia uma mulher, quando um pai assassina o filho de meses à facada, quando um padrasto espanca uma menina de 2 anos até à morte, não se trata de depressão, não se trata de estarem abalados por a namorada ou a mulher os terem abandonado (essas malandras), não se trata de estarem bêbados ou drogados, não se trata de religião. São assassinos. São ruins. Ponto.

6 thoughts on “a ver se a gente se entende

  1. Cris,

    Cansam-me estes “psicólogos” da treta que tanto gostam de encontrar motivações e razões, e com isso transferem parte da culpa para as vitimas ou para quem não é visto nem achado no assunto. São ruins, são cruéis, encontram prazer na dor dos outros. Uma pessoa normal, deprimida ou não, desiludida ou não, com ou sem emprego não agarra numa arma e vai matando quem lhe aparece pela frente. Acabámos com as histórias infantis porque eram cruéis, mas não nos importamos de ter um mundo híbrido, sem bem nem mal, sem céu nem inferno, sem moral, sem vergonha, sem justiça, sem merda nenhuma.

  2. Ainda me surpreendo com a maldade humana… 😞 crueldade imensa! Mas ainda bem que me surpreendo, ainda ha esperança para mim…

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